A defesa de João Munhoz Neto apresentou um pedido para que ele deixe a prisão preventiva no âmbito da investigação sobre a morte de Isabelle Caracristi, de 22 anos. O Ministério Público do Ceará (MPCE) emitiu parecer favorável ao pedido, mas a decisão sobre a soltura cabe à Justiça.
O caso tramita em segredo de Justiça, conforme informou oficialmente o Ministério Público do Ceará. Por esse motivo, não são divulgados detalhes sobre o conteúdo do pedido apresentado pela defesa nem sobre os elementos analisados no procedimento.
Defesa de João Munhoz pediu a soltura
João Munhoz Neto está preso preventivamente desde 22 de setembro, quando foi detido no decorrer da investigação sobre a morte de Isabelle Caracristi.
O pedido de liberdade foi apresentado pela defesa de João. Conforme informações publicadas nesta quarta-feira (30), o instrumento utilizado pela defesa foi um habeas corpus.
Após receber o pedido, o Ministério Público do Ceará apresentou parecer favorável à soltura. O parecer, no entanto, não determina a libertação do investigado.
A manifestação do MPCE é uma etapa do procedimento. Cabe agora à Justiça analisar o pedido e decidir se João Munhoz permanecerá preso ou se poderá responder ao processo em liberdade, conforme as condições eventualmente estabelecidas pela decisão judicial.
MPCE emitiu parecer sobre o pedido
Em nota, o Ministério Público do Ceará informou apenas que “o caso tramita em segredo de justiça”.
A manifestação do órgão ocorre dentro do procedimento apresentado pela defesa. Como o processo está sob sigilo, não há divulgação oficial de detalhes sobre os fundamentos apresentados no pedido ou sobre o conteúdo integral do parecer.
Dessa forma, a informação confirmada neste momento é que a defesa pediu a soltura, o MPCE se manifestou favoravelmente e a Justiça ainda precisa decidir.
Justiça ainda precisa decidir
A manifestação favorável do Ministério Público não significa que João Munhoz esteja solto.
Até que haja uma decisão judicial, permanece válida a prisão preventiva determinada anteriormente. João foi preso em 22 de setembro e passou por audiência de custódia no dia seguinte, quando a prisão foi mantida.
A investigação sobre a morte de Isabelle continua em andamento.
Caso Isabelle Caracristi tramita em segredo de Justiça
Isabelle Caracristi, de 22 anos, morreu em 13 de setembro após cair do 23º andar de um condomínio no bairro Aldeota, em Fortaleza.
A Polícia Civil do Ceará investiga as circunstâncias que antecederam a morte. João Munhoz, então namorado da estudante, foi preso preventivamente no dia 22 de setembro e é investigado no contexto da apuração.
A perícia apontou precipitação voluntária na queda, mas a investigação policial permanece aberta para esclarecer as circunstâncias que antecederam a morte e analisar os demais elementos reunidos durante as diligências.
Ao longo da apuração, foram analisados depoimentos, imagens de câmeras de segurança, mensagens e dispositivos eletrônicos. A defesa de João nega as acusações relacionadas à investigação e sustenta que ele não estava no edifício no momento da queda.
Com o processo sob segredo de Justiça, novas informações sobre o procedimento dependem de manifestações oficiais das autoridades ou de decisões que possam ser divulgadas.
Neste momento, o andamento processual é: a defesa de João Munhoz pediu a soltura; o MPCE emitiu parecer favorável; e a Justiça é quem decidirá se o pedido será acolhido ou não.




