A apresentadora Angélica declarou voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (21), ela explicou que demorou a tornar sua posição pública por receio das reações e dos ataques que poderia receber na internet.
Durante o pronunciamento, Angélica afirmou que não se identifica politicamente com a esquerda nem com a direita. A apresentadora também ressaltou que não é petista e explicou os motivos que a levaram a decidir pelo voto no atual presidente.
A manifestação ocorre a quatro dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25), quando Lula disputa a Presidência com Flávio Bolsonaro (PL).
Angélica explica por que tinha medo de se posicionar
No vídeo, a apresentadora contou que pensou bastante antes de falar publicamente sobre sua escolha eleitoral. Segundo ela, o ambiente de hostilidade nas redes sociais contribuiu para que preferisse permanecer em silêncio.
Angélica relatou que o receio de julgamentos e ataques a fez considerar não expor sua posição política. Mesmo assim, decidiu abordar o assunto e explicar aos seguidores o que pensa sobre o momento vivido pelo país.
A apresentadora também comentou que a participação de jovens em manifestações e debates públicos a emocionou. Ao observar essa mobilização, ela disse ter encontrado motivação para falar sobre suas convicções.
A decisão de se manifestar, portanto, foi apresentada pela própria Angélica como uma forma de expressar aquilo em que acredita, apesar da possibilidade de enfrentar críticas de pessoas que tenham opiniões diferentes.
Apresentadora diz que não se identifica com esquerda ou direita
Ao explicar seu posicionamento, Angélica fez questão de diferenciar a escolha eleitoral de uma identificação partidária. Ela declarou que não é petista e que não se considera alinhada exclusivamente à direita ou à esquerda.
A apresentadora afirmou que deseja viver em um país onde as pessoas consigam se ouvir, respeitar as diferenças e demonstrar cuidado umas com as outras.
Em sua manifestação, ela também mencionou a importância de combater o preconceito e de considerar as necessidades de diferentes grupos da população.
Entre os pontos destacados, Angélica citou mulheres, crianças e pessoas LGBTQIAPN+. A comunicadora relacionou essas preocupações ao país em que deseja que seus filhos cresçam.
O pronunciamento apresenta, assim, a justificativa pessoal da apresentadora para seu voto. A declaração não equivale a uma filiação partidária: ela afirmou expressamente que não é petista, embora tenha anunciado sua escolha para o segundo turno.
Declaração ocorre antes do segundo turno das eleições
A manifestação de Angélica foi divulgada em meio à reta final da campanha presidencial de 2026. O segundo turno está marcado para 25 de outubro, com a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
O vídeo tornou pública a posição eleitoral da apresentadora e trouxe para o debate a preocupação que ela relatou em relação às reações nas redes sociais.
A declaração também ocorre em um contexto no qual personalidades conhecidas podem ter suas manifestações políticas repercutidas por veículos de comunicação e usuários das plataformas digitais. No caso de Angélica, o conteúdo divulgado reúne tanto o anúncio de voto quanto as explicações sobre suas motivações pessoais.
A apresentadora é casada com o comunicador Luciano Huck. No entanto, o posicionamento divulgado por ela deve ser tratado como uma manifestação individual, sem atribuir automaticamente a mesma escolha ao marido.
O que Angélica declarou sobre sua escolha
O vídeo publicado nas redes sociais reúne três pontos centrais: o anúncio de voto em Lula, o receio de se posicionar diante da possibilidade de ataques e a defesa de valores que considera importantes para o país.
Ao falar sobre sua decisão, Angélica também reconheceu que outras pessoas podem pensar de maneira diferente. Sua manifestação foi apresentada como uma expressão de suas próprias convicções, e não como uma identificação com um partido político.
A declaração foi divulgada nesta quarta-feira (21), poucos dias antes da votação do segundo turno. Até o momento considerado nesta apuração, não há dados suficientes para dimensionar eventual influência do pronunciamento sobre o comportamento dos eleitores.
A escolha eleitoral anunciada pela apresentadora e as razões que ela apresentou são os elementos centrais de sua manifestação pública.




