O padre Ferdinando Mancílio, prefeito do Santuário Nacional de Aparecida, fez uma crítica indireta ao senador Flávio Bolsonaro durante uma homilia celebrada no sábado (31). Sem mencionar o nome do parlamentar, o religioso abordou a desigualdade social e utilizou a expressão “um jatinho à disposição para fugir” ao falar sobre a realidade enfrentada pela maioria da população.
A declaração ganhou repercussão nas redes sociais por ter ocorrido após a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil com destino aos Estados Unidos. Durante a celebração, o padre chamou atenção para as diferenças entre as condições de vida de pessoas que enfrentam dificuldades financeiras e aquelas que possuem recursos para deixar o país utilizando meios de transporte particulares.
Em um dos trechos da homilia, Mancílio afirmou que o cidadão comum precisa trabalhar diariamente para garantir o próprio sustento, enquanto não dispõe dos mesmos privilégios atribuídos a pessoas com maior poder aquisitivo.
“Você não tem um jatinho à disposição pra você fugir para onde você quiser. Você tem que labutar para ter o pão na mesa de todo dia”, declarou o religioso.
Embora não tenha citado diretamente o senador, a fala foi associada à viagem de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos e passou a circular nas redes sociais como uma crítica ao parlamentar.
Padre fala sobre desigualdade social
Durante a homilia, Ferdinando Mancílio afirmou que o cidadão comum precisa trabalhar diariamente para garantir o próprio sustento.
“Você não tem um jatinho à disposição pra você fugir para onde você quiser. Você tem que labutar para ter o pão na mesa de todo dia”, declarou.
Embora não tenha citado diretamente o senador, a fala foi interpretada como uma referência à viagem de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos.
Religioso defende Igreja próxima dos pobres
Em outro momento da celebração, o padre defendeu uma Igreja comprometida com as pessoas em situação de vulnerabilidade e com os que enfrentam sofrimento.
Mancílio também comentou as críticas recebidas por defender essa atuação religiosa. Ao mencionar que algumas pessoas o chamam de comunista por falar sobre uma Igreja voltada aos pobres, respondeu: “Obrigado, viu? Por sua conceituação para comigo, mas eu dispenso”.
As declarações repercutiram nas redes sociais e reacenderam discussões sobre a presença de temas sociais e políticos em manifestações religiosas.




