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PISO SALARIAL

Senado aprova aumento do piso salarial dos professores para R$ 5.130

Texto aprovado pelo Senado redefine cálculo do piso do magistério e garante reajuste acima da inflação em 2026

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Senado aprova aumento do piso dos professores para R$ 5.130
Aumento foi de 5,4% em relação ao piso anterior / Foto: GCMais

O Senado aprovou nesta terça-feira (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, de R$ 4.867,77.

A proposta também altera a fórmula de reajuste anual da categoria e segue agora para sanção presidencial. Segundo o Governo Federal, o aumento garante ganho real de 1,5 ponto percentual acima da inflação.

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Qual será o novo piso dos professores

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Com a aprovação do Senado, o piso salarial nacional do magistério passará para R$ 5.130,63 em 2026. O texto aprovado transforma em lei a Medida Provisória 1.334/2026, editada pelo Governo Federal no início do ano.

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A relatora da proposta, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), incluiu o valor nominal diretamente no projeto para evitar questionamentos judiciais sobre o cálculo do reajuste. Segundo a parlamentar: “Não existe educação de qualidade se os profissionais não forem devidamente valorizados”.

Como ficará a nova regra de reajuste

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O texto aprovado muda a fórmula usada para definir os reajustes anuais do piso do magistério.

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Pela nova regra, o cálculo passará a considerar:

  1. a inflação medida pelo INPC;
  2. mais 50% da média de crescimento real das receitas do Fundeb nos últimos cinco anos.

Segundo o governo, a fórmula anterior resultaria em reajuste de apenas 0,37% em 2026. Com a mudança aprovada pelo Congresso, o aumento chegou a 5,4%.

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A medida também cria limites para os próximos reajustes:

  1. o aumento não poderá ser inferior ao INPC;
  2. e também não poderá superar a variação nominal das receitas do Fundeb entre os dois anos anteriores.

Texto aprovado segue para sanção presidencial

Como sofreu alterações durante a tramitação no Congresso, a medida provisória foi convertida em projeto de lei e agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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O texto já havia sido aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados.

Medida terá impacto bilionário nas contas públicas

Segundo estimativa apresentada pela relatora da proposta, a nova política de reajuste pode gerar impacto de R$ 6,4 bilhões nas contas públicas em 2026, caso seja aplicada integralmente pelos estados e municípios.

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O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), utilizado como base para o cálculo do reajuste, é o principal mecanismo de financiamento da educação pública brasileira e financia grande parte dos salários da educação básica.

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