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Deputados analisam projeto que reduz idade mínima para ter arma para 18 anos

O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ)

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Deputados analisam projeto que reduz idade mínima para ter arma para 18 anos
Foto: GCMais

Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que reduz a idade mínima para se ter arma de fogo, de 25 anos para 18 anos. O texto não exclui os outros requisitos exigidos pelo Estatuto do Desarmamento.

O texto, caso aprovado, também passaria a permitir que moradores de áreas de zona rural com mais de 18 anos comprem arma de fogo de uso permitido e restrito para defesa pessoal. A matéria foi aprovada recentemente na Comissão de Segurança Pública da casa legislativa.

Para se beneficiar da medida, o interessado deverá apresentar documento de identificação pessoal, comprovante de moradia e atestado de bons antecedentes.

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O texto aprovado foi o substitutivo apresentado pelo relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), ao Projeto de Lei 3853/19, do Senado Federal. Originalmente, a proposta, do senador Wilder Morais (PL-GO), estipulava a idade mínima de 21 anos.

Sobre a fixação da idade mínima para aquisição de arma de fogo em 18 anos, Delegado Paulo Bilynskyj observou que a alteração busca harmonizar o Estatuto do Desarmamento com a evolução normativa e com a maturidade jurídica, reconhecida a partir dos 18 anos.

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O parlamentar disse também que, ao viabilizar o acesso legal ao armamento, a proposta contribui para o fortalecimento da segurança jurídica e do respeito à legalidade, desencorajando condutas ilegais na busca do direito à legítima defesa.

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Bilynskyj ainda acatou modificação feita anteriormente na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural de forma a permitir a compra de mais de uma arma de fogo pelo interessado.

O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). A proposta, já aprovada pelos senadores, depende da aprovação dos deputados para virar lei. Se modificada pela Câmara, retornará ao Senado para confirmação das mudanças.

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Com informações da Agência Câmara

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