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Mutirão distribuirá 27 mil coleiras para cães contra calazar em bairros de Fortaleza; confira lista
Espera-se que ocorra o encoleiramento de aproximadamente 27 mil cães até a próxima sexta-feira (14).
REDAÇÃO GCMAIS
Postado em 12 de janeiro de 2022
Mutirão distribuirá 27 mil coleiras para cães contra calazar em bairros de Fortaleza; confira lista
Foto: Prefeitura de Fortaleza

Por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a Prefeitura de Fortaleza realiza um mutirão de encoleiramento de cães para o controle da Leishmaniose Visceral Canina (LVC), também conhecida como doença do calazar. A ação acontecerá nos bairros Barra do Ceará, Bonsucesso, Siqueira, Granja Portugal, Prefeito José Walter e Barroso até a próxima sexta-feira (14), pelo turno da manhã.

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Os bairros estão entre os 35 contemplados pelo programa para receber as coleiras repelentes como ferramenta de controle da leishmaniose visceral canina e humana. Espera-se que ocorra o encoleiramento de aproximadamente 27 mil cães domiciliados nas áreas.

Durante o mutirão, os agentes realizam visitas domiciliares, cadastram os animais e colocam as coleiras impregnadas com deltametrina a 4%, que tem ação repelente contra o flebotomíneo, também conhecido como “mosquito-palha”, “cangalhinha” e “birigui”, responsável pela transmissão da doença.

É importante lembrar que essa coleira é de uso exclusivo em cães a partir de três meses de idade e não pode ser utilizada em outras espécies. Por se tratar de um insumo com liberação ativa de inseticida, é recomendada a troca da coleira a cada seis meses.

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Programa Nacional de Encoleiramento de cães contra calazar

O Programa teve início em agosto de 2021 e terá a duração de quatro anos, divididos em oito ciclos, com a duração de um semestre. A cada ciclo, os animais participantes receberão uma coleira nova.

Leishmaniose Visceral Canina (calazar)

A Leishmaniose é transmitida por picada de um flebótomo contaminado (conhecido como mosquito-palha) e pode acometer cães e humanos. Alguns sintomas que podem levar o proprietário a desconfiar que o animal está doente são: crescimento exagerado das unhas, pelos quebradiços, nódulos na pele, úlceras, febre, atrofia muscular, fraqueza, anorexia, falta de apetite, vômito, diarreia, lesões oculares e sangramentos.

O combate ao inseto vetor deve ser feito com aplicação de inseticida no ambiente e o uso de produtos repelentes no cão. Além disso, as pessoas devem evitar deixar os animais em ambientes úmidos e que acumulem material que possa facilitar a criação do mosquito.

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