PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Responsáveis pela vacina Sputnik V questionam decisão da Anvisa

Em nota, organizações rebatem as ponderações feitas pela agência

Compartilhe
Responsáveis pela vacina Sputnik V questionam decisão da Anvisa
Foto: GCMais

O Instituto Gamaleya e o Fundo de Investimento Direto da Rússia, responsáveis pela produção da vacina Sputnik V, divulgaram nota nesta terça-feira (27) questionando a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de negar a importação de doses do imunizante, tomada na segunda-feira.

Segundo as instituições, a decisão da Anvisa “nada tem a ver com o acesso do regulador à informação ou à ciência”. Na nota, as organizações rebatem as ponderações e críticas feitas pela equipe técnica e conselheiros da Anvisa.

De acordo com as entidades russas, não foram encontrados adenovírus competente para replicação, um dos pontos levantados pela Agência. Apenas os vetores adenovirais E1 e E3 são usados na fabricação da vacina, ambos inofensivos para o corpo humano.

Leia também: Aos 95 anos, Djacir Figueiredo relembra trajetória de 71 anos dedicada à medicina
PUBLICIDADE

A qualidade e segurança, acrescenta o comunicado, seriam garantidas por uma tecnologia de purificação de quatro estágios. Sobre a falta de acesso aos locais de fabricação por técnicos da Anvisa, a nota das entidades diz que a equipe teve acesso “a todos os documentos relevantes, bem como aos locais de pesquisa e produção”.

Sobre dúvida em relação aos processos de esterilização, a nota das instituições coloca que os locais inspecionados “forneceram protocolos de avaliação de risco e também a carta oficial de compromisso que dizia claramente que a validação da filtração esterilizante será realizada e os resultados serão enviados à Anvisa”.

PUBLICIDADE

O Fundo e o Instituto Gamaleya argumentam que a eficácia e segurança foram confirmados por 61 reguladores nacionais em países onde a vacina foi autorizada. Ainda conforme os autores da nota, estudo com 3,8 milhões de pessoas teria apontado eficácia de 97,6%.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

O comunicado menciona estudos realizados em diferentes países com resultados favoráveis ao imunizante russo, como um realizado pelo governo da Hungria, outro do governo do México e outro do Ministério da Saúde da Argentina.

A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria da Anvisa sobre as alegações da nota e aguarda retorno.

Leia também
Aos 95 anos, Djacir Figueiredo relembra trajetória de 71 anos dedicada à medicina
CONEXÕES
Aos 95 anos, Djacir Figueiredo relembra trajetória de 71 anos dedicada à medicina
05 de out. de 2026 - 17:05
Câncer de mama: entenda quais exames fazer, quando investigar e como identificar riscos
OUTUBRO ROSA
Câncer de mama: entenda quais exames fazer, quando investigar e como identificar riscos
02 de out. de 2026 - 16:52
Fortaleza deve ter 1,2 mil novos casos de câncer de mama em 2026
SAÚDE
Fortaleza deve ter 1,2 mil novos casos de câncer de mama em 2026
02 de out. de 2026 - 09:50